quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Numa manhã... O adeus!

Soníferos beijos de eterno afago
Me cumprimentam logo na primeira hora do aceno
Não fora de si, mas fujindo do próprio corpo,
Tenta incansavelmente reconstituír-se como Eu.

Nesses tempos chaplineanos
O Todo Ser se constrói a todo tempo, a todo dia.
Diurnamente como Homem Técnico.
Nortunamente como Homem homem.
"Conhecê-lo é tornar-se mais Homem".
P.S.:
... querido Charles,



peço mil desculpas por não atender aquele seu pedido de ontem. Foi inevitável tornar-me o que você chama de 'isso'. Ontem, lá pelas horas tantas, não pude deparar-me com a insensatez que o tratei, vi suas pegadas na calçada e algumas marcas. Me desculpe, não quis machucá-lo. Mas como já afirmara, foi inveitável.


Abraços...


de seu eterno ad-mirador,

o H.

1 comentários:

Fernando José disse...

Lindo!

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